Vacinas.com.br Agende suas vacinas
Home Vacinas Tríplice Viral (SCR)

Tríplice Viral (SCR)

Conheça todos os detalhes da Vacina Tríplice Viral (SCR)

Compartilhar com

Compartilhar com Facebook Compartilhar com Twitter Compartilhar com Whatsapp

O que é?

A Vacina Tríplice Viral (SCR) é muito importante para prevenir doenças que apresentaram aumento significativo dos casos, como sarampo, caxumba e rubéola. 

Houve o ressurgimento das doenças por esses vírus entre indivíduos previamente vacinados, o que levou a discussões para a criação de novas estratégias para mitigar o risco de futuros surtos. A decisão foi implementar uma terceira dose da vacina SCR e incluir o isolamento de pessoas infectadas, o rastreamento oportuno de contatos e a comunicação e conscientização do público em geral e dos profissionais de saúde, que devem permanecer como intervenções-chave para o controle de surtos.

Conheça todos os detalhes da Vacina Tríplice Viral (SCR):

Indicações

A Vacina Tríplice Viral é indicada a partir de 12 meses de idade. Crianças que foram vacinadas antes desse período devem ser revacinadas, pois podem não responder adequadamente à SCR. A dose aplicada entre 6 e 12 meses geralmente é administrada em situações de surto.

Mulheres suscetíveis a qualquer uma das doenças acima citadas deve receber a vacina tríplice viral (SCR) no pós-parto imediato.

Doses

Para crianças, recomendam-se como rotina duas doses da vacina SCR, sendo uma aos 12 meses de idade e outra entre 15 e 18 meses de idade.

Crianças mais velhas, adolescentes e adultos que não foram vacinados ou não têm comprovação das doses aplicadas devem receber duas doses com intervalo de um a dois meses entre cada uma delas. Esta é uma situação especialmente importante para aqueles em viagem ao exterior.

Contra-indicações

A SCR não é indicada para algumas pessoas e pode trazer riscos a esses grupos. Saiba quem não pode tomar a vacina tríplice viral:

  • Gestantes;
  • Pessoas que têm anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive neomicina e gelatina);
  • Imunodeprimidos, ou seja, pessoas que têm doença de base que leva à imunossupressão ou que fazem uso de imunossupressores como corticosteróides por via oral ou parental.
  • Pessoas que realizaram radioterapia ou quimioterapia nos últimos 3 meses;
  • Pessoas que realizaram transplante de medula óssea devem aguardar de 1 a 2 anos para receber a vacina;
  • Pessoas com histórico de alergia grave após aplicação de dose anterior das vacinas ou de seus componentes;
  • Vacinas de vírus vivos, se não aplicadas no mesmo dia, devem ter intervalo de no mínimo 30 dias entre as aplicações;
  • Pacientes que estejam com febre no dia da aplicação devem ter a administração da vacina adiada. 

Após receber a vacina, recomenda-se evitar gestação por 30 dias. Pessoas que receberam doses da vacina febre amarela e/ou a vacina varicela devem aguardar no mínimo 30 dias para receber a Vacina Tríplice Viral.

Reações Adversas

Existem algumas possíveis reações adversas causadas pela tríplice viral: 

  • Reações locais raras, como ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. 
  • Exantema e febre de um dia de duração 5 a 7 dias depois da primeira dose da vacina SCR. 

Outras reações bem menos frequentes:

  • Manifestações hemorrágicas (púrpura trombocitopênica), com evolução benigna entre 12 a 25 dias após a vacinação;
  • Inflamação das meninges (meningite), em geral benigna, pode ocorrer entre o 11º e o 32º dia após a vacinação;
  • Dores articulares ou artrite atinge 25% das mulheres após a puberdade, de um a 21 dias depois da vacinação;
  • A anafilaxia pode ocorrer nos primeiros 30 minutos depois da aplicação da vacina, porém acontece raramente.

Observa-se um risco aumentado de febre e convulsões de 5 a 12 dias após a 1ª dose da vacina Tetraviral, quando comparada à administração da vacina SCR (tríplice viral) dada concomitantemente à vacina varicela.  

A escolha da vacina Tetraviral ou Tríplice viral administrada no mesmo dia que vacina varicela fica a critério médico.

Do que é feita?

A Vacina Tríplice Viral é uma vacina atenuada, ou seja, contém os vírus vivos, porém “enfraquecidos” do Sarampo, Rubéola e Caxumba, além de albumina humana, sulfato de neomicina, aminoácidos, sorbitol, gelatina e traços de proteína do ovo de galinha.